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Troféu do pole position no GP de São Paulo tem homenagem a Senna; veja

07/11/2026

Troféu do pole position no GP de São Paulo tem homenagem a Senna; veja

O troféu que vai ser entregue ao primeiro colocado na classificação do GP de São Paulo, disputada neste sábado (7), traz uma homenagem à lendária vitória de Ayrton Senna em 1991, apenas com a sexta marcha de seu McLaren/Honda. O triunfo completa 35 anos em 2026.

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A peça foi desenvolvida pelos artistas Stefano Zuech e Federico Fondacci e reinterpreta o triunfo de Senna na ocasião. No topo do troféu, uma estatueta banhada a ouro 24 quilates retrata o gesto do brasileiro no pódio - exausto devido ao esforço para guiar o carro da McLaren, Ayrton teve dificuldade de levantar o troféu de vencedor.

As alças da taça trazem detalhes em amarelo, azul e verde, cores da bandeira do Brasil e usadas por Senna no capacete. As clássicas listras horizontais do casco estão presentes nessa parte do troféu.

Já a base é feita de madeira laqueada preta, com o símbolo de Senna e placas gravadas com a história da vitória de 1991. Ao todo, o troféu tem 75 centímetros de altura e pesa cinco quilos.

– Para nós, é uma grande honra fazer parte deste projeto idealizado pela Senna brands e pela família Senna, como uma homenagem a Ayrton. O troféu traz uma história emocional muito forte – comentaram os responsáveis pela ideia.

O GP do Brasil de 1991 tinha Senna brigando contra as Williams de Ricardo Patrese e Nigel Mansell. O brasileiro largou na pole, manteve a ponta e sustentou a pressão de Mansell até a volta 60, quando o Leão acabou rodando e abandonou a prova.

A partir daí, Senna passou a ter 40 segundos de vantagem para o vice-líder Patrese, mas perdeu tempo de forma consistente devido aos problemas com a caixa de câmbio: as marchas foram deixando de funcionar uma a uma e, no fim, apenas a sexta entrava.

Ainda assim, Ayrton Senna contou com o talento e com a chuva para segurar Patrese e vencer a prova, com apenas dois segundos de vantagem sobre o italiano. O triunfo em Interlagos foi o primeiro do tricampeão no Brasil, em sua oitava participação na prova.

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